9.6.09

Juiz de Fora - Lixo e inversão de valores.

Demlurb vai instaurar inquérito administrativo

Um dia após a Tribuna denunciar a venda ilegal de materiais reciclados por funcionários do Demlurb, em horário de trabalho e com o uso dos caminhões e do combustível pagos pelo Poder Público, o departamento de limpeza da Prefeitura anunciou a tomada de três medidas para evitar a “repetição das ações graves praticadas pelos servidores”, como ressaltou o diretor geral do Demlurb, Aristóteles Faria.

Segundo ele, o órgão enviou ontem um requerimento, solicitando a abertura de um inquérito administrativo pela Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SARH), para identificar rotas e pessoas envolvidas no esquema de desvio dos recicláveis recolhidos na casa de milhares de juizforanos.

Amanhã também será publicado nos “Atos de Governo” uma portaria especificando o impedimento desse tipo de comércio e determinando as punições cabíveis no caso do descumprimento do documento regulatório. “A proibição da utilização dos bens públicos, como os caminhões do município, para usufruto próprio, já é proibido em legislação, mas queremos publicar essa portaria para não deixar nenhuma dúvida quanto à gravidade e ilicitude desse comércio”, salientou Aristóteles.

Hoje, na parte da manhã, acontece uma reunião entre a direção do Demlurb e todos os profissionais envolvidos nas coletas seletiva e tradicional de Juiz de Fora. No encontro, de acordo com o diretor geral, serão repassadas informações sobre a ilegalidade das ações, assim como as medidas que estão sendo tomadas, e suas possíveis sanções, para evitar novos desdobramentos da venda de recicláveis.

O esquema de compra e venda de reciclados por funcionários do Demlurb para empresas privadas estaria ocorrendo há mais de dois anos na cidade. Segundo relatório do próprio Demlurb sobre a quantidade de materiais que seguiram para a Usina de Reciclagem entre 2007 e 2008, neste período, não houve repasse de alumínio ao local, assim como diminuiu, em até quatro vezes, o recolhimento de outros materiais recicláveis.

Fonte: Tribuna de Minas

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Deplorável esta notícia divulgada pela Tribuna.

Ora, o jornal que não publica nem um artigo onde haja críticas referentes a falcatruas do alto escalão de políticos do município agora vem com esta matéria sensacionalista.

A cidade está prestes a ser fraudada em milhões referentes a um contrato feito com uma construtora para a criação de um aterro sanitário feito sem licitação e no governo do ex prefeito da cidade (Bejani) que foi até mesmo preso devido ao mal uso do dinheiro público e corrupção.

A atual administração endossa este contrato que vai desfalcar em milhões o município e busca economizar ao não conceder reajuste razoável aos servidores municipais com a velha desculpa da crise, onde ja foi demonstrado pela própria prefeitura que temos muito dinheiro em caixa.

Agora tem esta dos garis sendo processados por catar algumas garrafas pet e latinhas para complementar sua mísera renda.

Alguém tem alguma dúvida de que vivemos em uma sociedade onde existem dois pesos e duas medidas e que o homem vale o espaço que ocupa?

Infelizmente a mídia gorda de Juiz de Fora é um lixo!

Luciano Costa

Um comentário:

Raissa disse...

Pois é...tinha lido essa notícia e só pude pensar: 1-Coelta seletiva. A cida NÃO tem. 2 - Salário que condiz com o esforço. A cidade NÃO tem. Pq ñ legalizar e regulametar esse comércio? Seria uma boa forma de melhorar o baixo salário e ainda ajudar na reciclagem.

Tem gente demais de preocupando com coisa inútil.

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