14.12.08

Capítulo XIII - Anos novos.


Mais um ano, de muitos desta existência está se findando.

É muito estranho o fato de que até hoje eu não tenha registrado um fato desses neste livro.


Nem mesmo o autor sabe explicar, mas, tem a certeza de que isto não foi atoa, provavelmente, porque, o equilíbrio entre os dias bons e maus, o que envolve todo o círculo social, tenha obtido um saldo negativo ao longo destes anos.


Porém, de 2008 para 2009, tudo parece diferente...


Ja comentei com muitos que me rodeiam que este ano foi excelente, e aqui repito o que muitos ja sabem.


Alguns leitores deste capítulo devem estar se perguntando o motivo dos olhos, como ilustração do mesmo, ora, eles são do autor, e entendo que são a "porta de entrada da alma" e expressam muito sobre o existir e a personalidade das pessoas. Através dele, podemos identificar pessoas felizes ou tristes, angustiadas, famintas, doentes, satisfeitas ou insatisfeitas, amantes ou frustradas, enfim, através deles as pessoas se revelam.


Apesar de não serem recentes, a fotógrafa, sabe que a cada dia eles estão mais lindos, não só pelo amor que aliás, é um reflexo da reciprocidade, é tanto que não cabe em mim e precisa ser transmitido para Ela e para o mundo.


A paz, também tomou conta deste ser e a ansiedade é quase extinta, já que, descobri que a melhor maneira de existir é "deixando a vida nos levar" e o amor, não só de Deus, que excede todo o entendimento, mas o amor próprio e o amor a toda criação traz um novo gosto ao viver.


Quando isto é uma realidade em nossas vidas, parece que as coisas fluem muito mais intensamente e a vida cria seus caminhos, assim como um rio, seja de águas cristalinas ou não, já que o amor nos da um olhar puro, e o feio ja não existe, tudo é uma forma de aprender a viver.


No mais, tudo aquilo que é material e ao mesmo tempo espiritual, falo da vida profissional, segue o curso desta filosofia de vida, tudo o que é feito com amor e com gosto, na certeza de que o tempo não está sendo jogado fora, traz satisfação ao ser e não é uma tortura, assim como um campo de trabalhos forçados, e como isto é bom!


Ultimamente tenho experimentado estas coisas, e o existir não é uma tortura, mas, um deleite , uma celebração da vida na existência.


Somente assim, o saldo sempre será positivo e estes olhos poderão contemplar a beleza da vida.


Luciano Costa

4 comentários:

Raissa Izola Duarte disse...

Lindo, poético, e o melhor de tudo real.

Anonymous disse...

Que bom que este blog foi atualizado. adoro seu jeito de escrever e gosto dos seus dois blogs.

Márcia

Anonymous disse...

Muito bom Luciano.
Já estou ansioso pelo próximo capítulo.

Adilson

Jack Balls disse...

"Lindo, poético, e o melhor de tudo real." [2]

Parabéns! Muito bom mesmo!

http://knockuntilcomein.blogspot.com/

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